segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Segredos Imersos



Algures na balbúrdia dos meus versos
Intocável, nosso amor remanesce
Outra cara, outro tom - controverso
Mas, 'inda é amor que não se esquece

Por aí, deambulando em confusão
Te ouço vez em quando a cantar
Num tom que é pura persuasão
Recordando os acordes do amar

É indizível teu invisível toque
Baralha os segredos lá no fundo
E algum sempre há de emergir

Não venha a loucura a golope
Fazer de mim um reles vagabundo
Pela vida vagando - atrás de ti

Mateus Medina
11/02/2013


6 comentários:

  1. Olá, Mateus!

    Que belo poetar...
    Agradeço a visita e a dica que me deste.
    Mas fiz a ressalva por se tratar de uma inspiração, e não de uma vivência minha. As pessoas sempre pensam que falamos tudo de nós mesmos. E nem sempre é assim. Muito vêm de mim, claro... mas gosto de fazer "leituras" e deixar a inspiração rolar e escrever.
    Entendi o que me disseste sobre não "entregar" e deixar o leitor formar o "quadro", sem me importar com as interpretações. Estou começando, então vou aprendendo e me desprendendo de alguns conceitos... aos poucos. rsrs
    Grata!
    Um linda semana pra você poeta!
    Beijos.

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  2. Por vezes a loucura vem mesmo a galope sem fazer de nós um vagabundo.

    Abraço

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  3. Tens razão, poeta!
    Vou começar a praticar isto.
    Ainda estou engatinhando, mas penso e quero ir longe.
    Como você disse , não dá pra se preocupar... e que o artista é a ferramenta.
    Fico muito grata por suas palavras.
    Beijos.

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    Respostas
    1. Nada a agradecer, Lis. É só a minha opinião =)

      Bjos

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  4. O que não acabou estará presente até que as lembranças se apaguem. Bjs.

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  5. Algures, num algures sem lugar nem tempo,tornamo-nos vagabundos da e na loucura.

    Obrigada pela visita.

    Beijo

    Laura

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